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Prevrefrat TELOS & CREB agora tem a chancela da ANS – Agência Nacional de Saúde

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O Prevrefrat TELOS & CREB – Programa de Prevenção a Refraturas do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – agora tem a chancela do Agência Nacional da Saúde – ANS – que acaba de aprovar essa iniciativa. O Prevrefrat CREB consiste em diagnosticar...

O Prevrefrat TELOS & CREB – Programa de Prevenção a Refraturas do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – agora tem a chancela do Agência Nacional da Saúde – ANS – que acaba de aprovar essa iniciativa. O Prevrefrat CREB consiste em diagnosticar adequadamente a causa da fratura por fragilidade, estabelecendo diretrizes e parâmetros de tratamento, acompanhamento e monitoração dos resultados, num ambiente multidisciplinar. Esse trabalho já vem sendo realizado na clínica e conta, agora, com a aceitação da ANS.

Prevenção à refratura

“A osteoporose é uma doença que atinge homens e mulheres, geralmente depois dos 50 anos de idade, e que se caracteriza pelo aumento da fragilidade óssea e consequente maior propensão a fraturas. Estatísticas revelam que em todo o mundo, uma fratura osteoporótica ocorre a cada três segundos e que uma em cada três mulheres com mais de 50 anos terão fraturas osteoporóticas, assim como um em cada cinco homens durante suas vidas. Uma fratura que ocorre por um pequeno trauma é o indicador mais forte de risco de futura fratura. Se isso ocorreu, é porque o osso está frágil. Um paciente com fratura por baixo trauma têm quase quatro vezes maior risco para fraturas futuras. Pacientes com uma fratura vertebral terá novas fraturas vertebrais em até três anos. De todas as fraturas, a mais devastadora é a do quadril, por apresentar taxa de mortalidade elevada nos primeiros 12 meses após a fratura. O custo social e econômico das fraturas é bastante elevado”, explica o ortopedista e coordenador do Prevrefrat e de doenças osteometabólicas do CREB, Bernardo Stolnick.

Segundo as estatísticas, as fraturas osteoporóticas, especialmente as de fêmur, matam 3 vezes mais que as doenças cardíacas e 8 vezes mais que o câncer de mama. Em 2010, o impacto financeiro das fraturas na Europa chegou a nada menos do que 31 bilhões de Euros. Já nos Estados Unidos, nesse mesmo ano, o custo foi de 28 bilhões de dólares. O Prevrefrat CREB tem como objetivo reduzir a refratura, tratando quem já teve uma fatura prévia. Segundo o Dr. Bernardo, o Prevrefrat CREB adota protocolos consagrados de diagnóstico e tratamento de pacientes com fraturas por fragilidade óssea. “A aplicação destes protocolos por nossos especialistas no CREB, nossa planta física e a eficiência nos serviços auxiliares indispensáveis ao programa conferem excelentes resultados na diminuição da incidência de fraturas subsequentes”, garante ele.


Mochilas escolares devem carregar no máximo 10% do peso do aluno

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Mochilas escolares devem carregar no máximo 10% do peso do aluno

A volta às aulas está próxima, e por isso pais e mães já procuram papelarias e bazares para a compra do material escolar par ao ano letivo. Na lista, um item é muito aguardado ansiosamente pelas crianças: a mochila. Os pais geralmente se preocupam com o preço, naturalmente, mas na maior parte das vezes não pensa que uma mochila inadequada pode se transformar em lesões e até doenças crônicas na coluna vertebral.

Segundo o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, o mau uso da mochila podem ocasionar mais do que desconfortos: distenções musculares e alterações posturais são os problemas mais comumente encontrados em seu consultório:

  • O ideal é que a criança utilize uma mochila com rodinhas. Mas até ela pode gerar problemas se puxada de maneira inadequada. A alça da mochila de rodinhas tem que estar em uma altura adequada. O principal, seja na mochila de rodinhas ou colocada nas costas, é que o peso carregado jamais ultrapasse 10% do peso da criança. Isso é uma regra que não pode ser quebrada – relata o Dr. Márcio.

Dicas de mochila

O ortopedista do CREB dá algumas dicas importantes, além do peso máximo que a mochila deve carregar. Ele pontua que a criança jamais deve carregar a mochila em apenas um ombro, algo muito comum de acontecer, e diz que as alças devem ser acolchoadas e ajustadas para que a mochila fique rente ao corpo. E mais: a largura da mochila não deve ser maior do que a largura da criança. Alguns modelos contam com cinto abdominal, o que é positivo porque dá mais firmeza á mochila.

  • Ao menor sinal de dor, um especialista deve ser consultado. O uso da mochila é inevitável, mas observando alguns cuidados não haverá problemas para a criança – garante o médico do CREB.


Lar doce lar: tranquilidade e segurança para os moradores

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As estatísticas são reveladoras: segundo pesquisas, mais de 75% das lesões em pessoas com mais de 60 anos acontecem dentro de suas próprias casas, sendo que 46% destes acidentes acontecem no trajeto entre o banheiro e o quarto, principalmente à noite. E o vilão desta história – aliás, vilões – todo mundo conhece: um inocente tapete colorido solto no chão, iluminação inadequada, tomadas difíceis de se alcançar e móveis mal posicionados, entre tantos outros.

O “lar doce lar”, que deveria ser sinônimo de tranqüilidade e segurança para seus moradores, pode se transformar numa autêntica armadilha para pessoas da terceira idade. Com o passar dos anos, as quedas se tornam cada vez mais freqüentes e 25% das quedas são fatais em idosos e pacientes com osteoporose. Segundo a Coordenadoria de Saúde do Idoso, do Ministério da Saúde, a fratura do colo do fêmur é a conseqüência mais observada nas estatísticas das quedas de idosos.

Alguns cuidados ajudam – e muito – na prevenção de acidentes no lar. A casa precisa se adaptar ao morador idoso, trazendo-lhe segurança. Móveis com pontas, por exemplo, devem ser evitados. Prefira móveis com cantos arredondados mas se não for possível trocar aquela mesa de jantar antiga, que acompanha o morador há tantos anos, não há problemas: é fácil encontrar em lojas de construção, de artigos para crianças, entre outras, adaptadores de plástico, transformando a ponta em canto arredondado.

A iluminação da casa do idoso deve receber atenção especial. O ideal é instalar arandelas nas paredes, o que facilita a troca de lâmpadas. O importante é ter uma casa muito bem iluminada e, para isso, se for necessário, coloque abajur como apoio. Segundo os especialistas, é preciso evitar passar de um cômodo bem iluminado para outro mal iluminado. Especialistas indicam o uso de mini luminárias nas tomadas, para que haja alguma iluminação durante a noite, evitando o trajeto do quarto para o banheiro no escuro. Essas mini luminárias são acessas diretamente nas tomadas – e aí está um outro problema, muito comum: muitas vezes, as tomadas ficam escondidas e o acesso é difícil. Ao tentar conectar algum aparelho eletrônico, muitos idosos se acidentam. O ideal é adaptar tomadas em posições mais altas e visíveis.

A escolha das cores também influencia na segurança da casa. A melhor opção é por contrastes, principalmente na transição entre espaços – do quarto para o corredor, do corredor para a sala, da sala para a cozinha… Mas um dos maiores campeões de acidentes, sem dúvidas, é o tapete. Um simples tapete colocado na beira da cama pode causar um acidente sério, se aliado a um chão bem encerado e limpo, seja madeira ou piso frio. Também é muito fácil encontrar no mercado fitas dupla-face, especiais para prender o tapete ao chão.

Algumas dicas:

Banheiros:
• o assento deve ser ajustável para oferecer mais estabilidade
• banheira e box devem contar com barras de apoio ou corrimãos
• barras de apoio também devem ser utilizadas no banheiro, fora do box
• cabides de toalhas devem ficar próximas da pia e do chuveiro para evitar molhar o chão, tornando-o escorregadio.
• deve-se utilizar pisos e tapetes antiderrapantes, se possível com ventosa
• vaso sanitário mais elevado e alças de apoio
• é preciso testar a temperatura da água antes de entrar no Box ou banheira

Cozinha
• alarme para identificar vazamentos de gás. Fogões mais modernos já têm proteção contra vazamentos
• evite armários altos, principalmente para guardar objetos muito utilizados no dia-a-dia
• evite carregar peso, principalmente panelas pesadas e quentes
• mantenha os números de emergência (hospital, clínica, médico, ambulância) em local visível

Quarto
• a cama e o colchão devem alcançar a altura de 45 centímetros
• mantenha os números de emergência (hospital, médico, ambulância) em local visível, na mesinha de cabeceira
• tenha abajur ao lado da cama

Geral
• no caso de escadas, mantenha corrimão dos dois lados e os degraus não podem ter altura de mais de 15 centímetros
• tomadas em locais de fácil acesso
• ambientes muito bem iluminados
• móveis sem pontas, com cantos arredondados
• tapetes – quando necessários – bem fixados, com fita dupla face especial para esse uso
• se possível, use sensores de presença, que acendem a luz quando a pessoa se aproxima
• evite  guardar algo que é sempre usado no dia-a-dia em locais de difícil acesso, no alto de armários



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  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
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Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

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  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 1989
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